CURIOSIDADES10 curiosidades sobre The Witcher 3 que talvez você não conheça

The Witcher 3: Wild Hunt (Multi): primeiras impressões de um novato -  GameBlast

1. A barba de Geralt cresce de verdade


Não é só efeito visual: a barba do bruxo cresce dinamicamente conforme o tempo passa dentro do jogo. Se você deixar de visitar um barbeiro por muitos dias, vai notar Geralt cada vez mais desgrenhado. É um detalhe pequeno, mas que ajuda a dar a sensação de que o tempo realmente passa em Rivia e no resto do mundo, algo raro em jogos de mundo aberto da época.

2. Gwent quase foi cortado do jogo


O minigame de cartas que virou febre e ganhou até um spin-off próprio quase não existiu. Segundo relatos de desenvolvedores, havia receio de que o Gwent quebrasse o ritmo da narrativa principal e virasse uma distração desnecessária. Ainda bem que decidiram manter, já que hoje o jogo de cartas é tão amado quanto a própria história principal.

Curiosidades Minigame Gwent em The Witcher 3

3. Existe um navio fantasma escondido em Skellige


Em um horário específico da noite e em um ponto exato das águas de Skellige, um navio fantasma aparece por poucos segundos antes de sumir. O fenômeno se repete todos os dias no mesmo local, mas como não há nenhuma missão apontando para ele, a maioria dos jogadores nunca chega a ver essa cena.

4. O élfico do jogo foi criado do zero


O idioma Hen Linge, falado pelos elfos, não é um dialeto inventado às pressas. A CD Projekt RED desenvolveu vocabulário e regras gramaticais próprias para a língua, no mesmo espírito do que Tolkien fez com o élfico de O Senhor dos Anéis. É o tipo de capricho que só reforça o quanto o estúdio levou a construção desse universo a sério.

5. O mapa é 35 vezes maior que o de The Witcher 2


Quando foi lançado, o salto de escala em relação ao jogo anterior impressionou a indústria. A ideia não era só ter um mundo grande, mas denso: cada região carrega detalhes, histórias e segredos que recompensam quem sai do caminho principal, em vez de mapas vazios só para dar sensação de escala.

6. Easter eggs escondidos homenageiam outras franquias


Explorando o Continente com atenção, é possível encontrar referências à cultura pop escondidas em cantos improváveis. Há um cálice de fogo que remete a Harry Potter em uma missão da expansão Hearts of Stone, um corpo com semelhanças a um personagem de Game of Thrones em Kaer Almhult, e até um laboratório clandestino em Novigrad que lembra bastante a estética de Breaking Bad.

the witcher

7. O sistema de clima muda mais do que a paisagem


Chuva, neblina e tempestades em The Witcher 3 não são só cenário bonito. Elas afetam a visibilidade, o comportamento de alguns monstros e até a forma como certas missões se desenrolam, reforçando a sensação de que o mundo reage ao jogador e não o contrário.

8. Uma missão secundária reconta a Cinderela de um jeito sombrio


A quest “Uma Torre Solitária” claramente se inspira no conto clássico, mas troca o final feliz por traição e manipulação, no tom mais maduro que é marca registrada da franquia. É um bom exemplo de como o jogo usa referências familiares para surpreender quem espera o clichê.

9. As expansões não são “conteúdo extra” qualquer


Hearts of Stone e Blood and Wine costumam ser citadas como algumas das melhores expansões já lançadas para um RPG, e não é exagero: ambas trazem narrativas com peso próprio, personagens marcantes e, no caso de Blood and Wine, uma região inteira nova para explorar, com sistema de clima e economia próprios.

10. Efeitos sonoros de combate são propositalmente irremovíveis


Os sons que indicam ataques fortes não podem ser desligados nas opções do jogo, e isso é intencional: eles funcionam como um aviso sonoro para o jogador diferenciar um golpe normal de um ataque mais poderoso durante o combate, especialmente útil em situações mais caóticas com vários inimigos ao mesmo tempo.

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