CURIOSIDADESOne Piece nos cinemas: 7 curiosidades sobre a estreia do primeiro filme da franquia no Brasil, 25 anos depois

One Piece: O Filme" ganha pôster oficial

Um filme de 25 anos que nunca tinha passado no cinema brasileiro

Apesar de ser o primeiro longa-metragem baseado no anime e no mangá de Eiichiro Oda, “One Piece: O Filme” nunca havia recebido lançamento nos cinemas do Brasil. Alguns filmes da franquia até chegaram por aqui via streaming com dublagem, como “One Piece: Strong World” e “One Piece: Gold”, mas a estreia oficial nas telonas brasileiras ficou restrita, até agora, a “One Piece: Red”, exibido em 2022.

Não é o único filme a caminho

A novidade não para em setembro. A Paris Filmes confirmou que vai trazer os três primeiros longas clássicos da franquia, seguindo a ordem original de lançamento no Japão: depois de “One Piece: O Filme” em 17 de setembro, chegam “One Piece: Aventura na Ilha Espiral” (2001) em 22 de outubro e “One Piece: O Reino de Chopper na Ilha dos Animais Estranhos” (2002) em 3 de dezembro.

Pôster de One Piece com Luffy, Zoro, Sanji, Usopp e Nami procurados |  Decoração de One Piece – Loja de One Piece

Cada sessão vem com um curta-metragem raro de bônus

Antes de cada longa, o público vai assistir a um curta-metragem especial da franquia uma prática que já existia nas exibições japonesas originais. A sessão de setembro traz “Carnaval de Dança do Jango”, enquanto outubro e dezembro trarão, respectivamente, “Mire! O Rei do Beisebol Pirata” e “Rei do Futebol dos Sonhos”. Uma curiosidade à parte: no Japão, “Carnaval de Dança do Jango” foi exibido originalmente junto ao segundo filme, não ao primeiro a distribuição brasileira decidiu antecipar o conteúdo bônus.

O elenco de dublagem japonês é o mesmo desde o início

A trilha de vozes originais que aparece nesse primeiro filme reúne os mesmos atores que dão vida aos personagens no anime até hoje, como Mayumi Tanaka como Luffy, Kazuya Nakai como Zoro, Akemi Okamura como Nami e Kappei Yamaguchi como Usopp uma continuidade rara para uma franquia com mais de duas décadas de idade.

A trama se passa bem no início da jornada dos Chapéus de Palha

Ambientado entre os arcos da Vila Syrup e do Baratie, o filme mostra Luffy, Zoro, Nami e Usopp ainda no começo da aventura, muito antes da tripulação que os fãs mais recentes conhecem hoje. Na história, o grupo cruza caminho com um garoto chamado Tobio e precisa enfrentar El Drago, um pirata obcecado pelo tesouro escondido do lendário Woonan.

Um resgate pensado tanto para veteranos quanto para novos fãs

Segundo a própria distribuidora, a ideia por trás da maratona nos cinemas é alcançar dois públicos ao mesmo tempo: quem acompanha One Piece desde o fim dos anos 1990 e quem conheceu a franquia recentemente, seja pelo anime em alta nos streamings, seja pela adaptação em live-action. É a primeira vez que essas aventuras específicas chegam às telonas do país.

Direção que atravessa décadas de Toei Animation

Os três primeiros filmes que chegam ao Brasil compartilham o mesmo diretor, Junji Shimizu, e a mesma produtora, a Toei Animation a mesma responsável pelo anime semanal até os dias atuais. É um raro caso de uma trilogia inteira nos cinemas assinada pela mesma dupla de criador e estúdio, mais de duas décadas depois de ter sido feita.

Por que esse resgate importa agora

O timing não é aleatório. One Piece vive um momento raro de força no Brasil, entre o sucesso contínuo do anime nos streamings e a repercussão da adaptação em live-action da Netflix, que apresentou a franquia a uma geração inteira de espectadores que nunca tinha lido o mangá ou visto o anime original. Trazer justamente os filmes mais antigos da franquia pros cinemas, em vez de relançar algo recente como “One Piece: Red”, é também uma aposta em nostalgia pura para quem acompanha Luffy desde o fim dos anos 1990.

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